ADIP promove acção para formadores


A ADIP  – Associação de  Desenvolvimento Integrado de Poiares,  entidade acreditada pelo IQF – Instituto para a Qualidade na Formação,  vai promover em finais de Setembro,  um curso de Formação  Pedagógica Inicial de Formadores  (homologado pelo IEFP)  com acesso  ao  Certificado de Aptidão Profissional  (CAP). O curso tem a duração de 99 horas, em regime  pós-laboral. Para informações e inscrições  os interessados podem contactar a ADIP através do telefone 239429390 ou e-mail: adip@ip.pt

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POIARTES 2007 – 07 a 10 de Setembro


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Cartaz de espectáculos:

XIII Festival de Folclore de Vila Nova de Poiares:

– Grupo Folc. e Etnográfico do Município de V.N.Poiares

– Grupo Folc. Regional de Quiaios

– Grupo Folc. “Os Amorosos” do Centro de Dia do Carvalho – ADIP

– Rancho Folclórico do Centro de Convívio do Carvalho

– Grupo Folclórico e Cultural da Póvoa da Abraveia

Animação de rua com:

– Grupo de Bombos de Santo André

– Grupo Maribondo

– Grupo de dança Moderna Quiaense

– Grupo Pifaradas do Álvaro Pessoa

Sexta, 7 de Setembro:

ANA MALHOA

Sábado, 8 de Setembro:

ROBERTO LEAL

Domingo, 9 de Setembro:

RUTH MARLENE 

Segundo o comunicado emitido em 23 do corrente mês, pelo presidente da Câmara Municipal, a Feira Nacional de Artesanato e Mostra de Gastronomia – POIARTES 2007 vai realizar-se no centro da Vila, no espaço compreendido entre o Largo Dr. Daniel de Matos e a rotunda do fundo da Vila, compreendendo portanto toda a Avenida e Largo Dr. Daniel de Matos.

Como devem calcular, a interrupção do trânsito automóvel e do acesso local por viaturas de carga e descarga será totalmente encerrada nos dias correspondentes ao evento.

No entanto, estes condicionalismos não se esgotam nesses 3 dias, pois há que preparar a instalação da POIARTES que, como se sabe, é uma estrutura que demorará alguns dias a concluir.

Assim, informa-se que a preparação dessa instalação começará a 3 de Setembro, o que implicará imediatamente alguns condicionalismos de tráfego, que será apenas autorizado exclusivamente para reabastecimento dos comércios instalados nesse espaço. O acesso a outros veículos que não se destinem ao exercício desta função será totalmente proibido.

Desta forma, apela-se à compreensão de todos no sentido de se precaverem atempadamente perante os condicionalismos que todo o processo envolve.



		

	

Ucraniano é o novo homem mais alto do mundo.


LEONID STADNIK, DE 33 ANOS, MEDE 2,57 METROS, ELE É 21 CENTÍMETROS MAIS ALTO DO QUE O CHINÊS QUE DETINHA O RECORDE ATÉ ENTÃO.

Um ucraniano de 2,57 metros foi confirmado no dia 08 deste mês como sendo o homem mais alto do mundo pelo Guinness, o livro dos recordes. Leonid Stadnik, de 33 anos, é 21 centímetros maior do que Xishun, o chinês que detinha o recorde até então, com seus 2,36 metros.

Stadnik, que é veterinário, vive no vilarejo de Podoliantsy, na região noroeste da Ucrânia -a cerca de 200 quilômetros da capital do país, Kiev.

O novo detentor do título de homem mais alto do mundo começou a crescer mais do que o esperado para sua idade quando tinha 14 anos. Foi nessa época que ele foi submetido a uma cirurgia no cérebro, que aparentemente estimulou uma glândula que controla o crescimento.

Stadnik vive com sua mãe, Halyna, tomando conta da casa da família e do jardim.

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Jaime Soares lança críticas ao novo regime jurídico


Querem transformar bombeiros em negociantes


Com o novo regime jurídico das associações de bombeiros o Governo foge às suas responsabilidades, diz o presidente da federação dos bombeiros de Coimbra que critica ainda os desadequados meios aéreos a operar no combate a incêndios

O presidente da Federação de Bombeiros do Distrito de Coimbra criticou ontem o novo regime jurídico das associações de bombeiros, publicado segunda-feira em Diário da República, acusando o Governo de querer «atirar» para os bombeiros encargos que não deveriam ser seus. Sem querer entrar em grandes pormenores, por não conhecer na íntegra o que foi publicado, Jaime Soares não deixa, contudo, de lamentar a «tentativa de fugir às responsabilidades» do Estado.
A nova legislação cria, entre outras, a possibilidade de as associações de bombeiros poderem passar a participar em outras actividades, nomeadamente de cariz económico, (em áreas como o transporte de doentes, saúde, solidariedade e desporto) desde que apliquem as receitas no seu objectivo primordial, o seu corpo de bombeiros.
Um novo regime jurídico que o secretário de Estado da Protecção Civil entende significar a «maioridade» das organizações humanitárias. «Ao longo de 140 anos, nenhum Governo tinha elaborado um regime jurídico para as associações humanitárias», disse segunda-feira Ascenso Simões, reconhecendo que «o Estado sempre tratou as associações humanitárias numa perspectiva de subsídio-dependência».

Meios aéreos e
trapalhadasdo Governo

Uma perspectiva sobre a qual o presidente da Federação, à partida – e sem conhecer na íntegra o que foi publicado em Diário da República, pois «nem sempre o que é discutido é publicado» – não concorda, desde logo porque o Governo «foge às suas responsabilidades». «Querem atirar para os bombeiros outras responsabilidades, quando a sua vocação é socorrer na emergência», disse, afirmando que o Governo está a querer «transformar os bombeiros em negociantes», quando, na realidade, cabe ao poder central comparticipar as associações humanitárias.
Governo que, de resto, foi criticado numa outra vertente. Em comunicado o presidente da Federação refere o «desnorte» em matéria de prevenção de incêndios florestais «que não é novo nem surpreende ninguém» e as «trapalhadas» relacionadas com os meios aéreos de combate aos incêndios (os aviões Beriev e Kamov). Em declarações ao Diário de Coimbra, Jaime Soares fala em «irresponsabilidade» e «mentiras» do Governo e diz que «pouco ou nada tem sido feito» em matéria de combate a incêndios florestais. «Foram anunciados meios aéreos de qualidade e eu continuo a dizer que há erros muito grandes em relação à contratação das aeronaves. Há mentiras em relação àquilo que cá deveria estar nas fases Alfa, Bravo e Charlie», afirmou, lembrando por exemplo, que «os Beriev vieram tarde e os Kamov ainda não estão a actuar».
Para além disso, afirma que o país, em matéria de incêndios florestais, precisa de outros meios aéreos, nomeadamente «oito canadairs» que, juntamente com os dromadair seriam «o ideal para cobrir todo o país», a que juntariam os helicópteros Puma da Força Aérea «que estão a apodrecer num local qualquer». Diz mesmo que os meios aéreos eleitos pelo Governo não se adaptam à geografia do país. «Os Beriev são muito rápidos e necessitam de grandes extensões de água para abastecer. Só podem actuar com rendimento nas zonas de geografia plana», afirma, concluindo este ano, e com esta situação, «vale-nos o S. Pedro».
Jaime Soares considera que «o grande projecto do equilíbrio da floresta é a prevenção» e neste campo «continuamos praticamente na estaca zero». Paralelamente defende a rentabilização dos meios aéreos, que pode ser feita por uma empresa privada com capitais do Estado, que garantiria que «teríamos os meios onde eles são precisos, e não apenas na altura do Verão».

in D.C.

Bombeiros do Distrito Indignados


O “briefing” de 2006, para análise dos incêndios florestais continua a dar que falar. Bombeiros aguardavam um inquérito; saíu uma queixa crime.


Em comunicado assinado por Jaime Soares, presidente da Federação dos Bombeiros do Distrito de Coimbra, está à vista “a indignação em relação ao que considera ser um verdadeiro abuso de autoridade para, desta forma, calar a preocupação desta federação”. Em causa um comunicado que, segundo a federação, “é uma pura análise técnica e uma proposta sobre a política de incêndios a levar em consideração, pelo menos, no Distrito de Coimbra, nomeadamente no funcionamento das estruturas e das hierarquias dos bombeiros, que determinam que à chegada do comandante dos bombeiros, ou do bombeiro mais graduado da equipa, ao teatro de operações, todas as forças envolvidas no sinistro ficam imediatamente sob o seu comando operacional, conforme o disposto na directiva operacional”. Ora, do briefing realizado em 2006 resultaram factos que a federação pretende ver esclarecidos tendo solicitado ao ministro da Administração Interna, na altura António Costa, “com carácter urgente”, a instauração de um inquérito. Só que, “e quando esperavam que o caminho a percorrer fosse o apontado”, os comandantes e os presidentes de direcção das associações que integram a Federação dos Bombeiros do Distrito de Coimbra estão a ser ouvidos pela Polícia Judiciária (PJ) no âmbito de um processo de queixa crime, por, segundo a federação, “terem em Setembro último, solicitado a instauração pela forma apontada de um inquérito para apuramento dos factos ocorridos em sede de “briefing” levado a efeito no CDOS para análise dos incêndios florestais de 2006, esquecendo-se do que já tinha sido pedido”.
No comunicado ontem divulgado, Jaime Soares considera que “esta atitude é indigna de “gente séria”, pois o responsável ou responsáveis por este procedimento pretendem calar o apuramento de uma “denúncia” através de uma queixa crime sem que aquela tenha sido apurada ou sequer esclarecida”. Segundo o presidente da federação “torna-se estranho que as autoridades de polícia criminal tenham aceite tal comportamento e instaurado o inquérito crime, pois os factos relatados a esta federação por responsáveis presentes no referido “briefing” são extremamente graves e no seu entender colocam em causa o comportamento moral e ético, a honorabilidade, a dignidade e competência técnica e operacional dos bombeiros, perante a total passividade e indiferença dos responsáveis pelo sector”.
A federação “não se calará perante tal injustiça, senão mesmo perante tal ilegalidade e irá nomear o seu defensor, sendo certo também que irá apresentar como testemunhas todos os responsáveis presentes no referido “briefing”, incluindo o governador civil do Distrito de Coimbra e, obviamente também (por conhecer os factos), o actual presidente da Câmara Municipal de Lisboa, que, há época era ministro da Administração Interna”. A federação aguarda “serenamente a decisão da justiça, sem que se tenha de deixar de repudiar tal queixa apresentada pelos denunciantes que se desconhecem, pois os presentes naquela reunião jamais quiseram ofender a honradez e dignidade de quem quer que fosse, apenas colocaram as questões em termos técnicos”. Por outro lado, a federação “jamais admitirá que se coloque em causa a honorabilidade, a dignidade e a competência técnica e operacional daqueles que diariamente colocam a vida em risco na defesa na nossa pátria e que apenas quiseram apontar o caminho necessário e desejado para a solução dos incêndios”.

in D.B.

Pinhal ou Eucalipto?


PERÍMETRO FLORESTAL DE ALVEITE GRANDE

Pinhal ou Eucalipto?

Temos por um lado a reduzida área da propriedade; por outro, a necessidade de capitais e o receio de ver o seu pinhal destruído por incêndios; e ainda uma boa expectativa de obter rendimentos em períodos curtos ( 10 a 12 anos em média) com a exploração de eucalipto em testadas/talhadia. E assim vai destruindo o seu pinhal.

Isto é o que se constata quando se percorre esta região nomeadamente o concelho em qualquer direcção, caminho ou carreiro. É assustador o espectáculo a que assistimos.

A este ritmo podemos garantir que dentro de 20 anos, esta região deixará de ser um concelho florestal para ser uma monótona e silenciosa brenha de esguias varas sem vida animal, de solos pedregosos e secos sem outra utilidade que não seja enriquecer as celuloses.

Hoje o panorama que se desfruta ao subir qualquer das serras que envolvem o concelho (S.Pedro Dias, Alveite e Carvalho), dá-nos já a ideia do que será o futuro. Com excepção dos perímetros florestais que estão sob a administração do Estado, já mal se nota a presença de pinhal. Aqui e ali, ainda se vê pequenos núcleos dispersos, envolvidos por vastas áreas de testadas de eucalipto, que começam também a ser invadidos por esta espécie e alarmante (acácia).

Em breve terão os Poiarenses de pensar em substituir os dois pinheiros das armas do concelho por duas varas de eucalipto e as andorinhas por caveiras, pois debaixo da extensa manta cinzenta de varedo não haverá vida animal de espécie nenhuma e ao fim de 40 anos restarão apenas ravinas nuas, secas e pedregosas. Acho que não se trata de uma visão pessimista, até porque quem não quiser ser cego que penetre numa testada de eucalipto com mais de 30 anos e veja bem o que lá está e pense, mas talvez na maioria dos casos ainda não atingiram essa idade devido aos incêndios das últimas décadas.

Perguntamos então: haverá, vantagens em substituir o “velho” pinhal pelas testadas de eucalipto? Dizem os técnicos pagos pelas «Celuloses», na sua propaganda, que sim senhor, há vantagens. Mas não dizem quais são. Nós diremos que sim há muitas vantagens. Mas para quem? As vantagens são elevadas para as indústrias de celulose porque vêem garantidos por 30 anos e a baixos custos, os abastecimentos de matéria-prima.

Em tempo de projectos de regeneração nacional em tantas áreas, por que não lançar um programa geral de deseucaliptização do País? Não será tempo de deixarmos de nos candidatar a província florestal da Austrália?

 

 

 

Parque de Merendas das Medas


 

Para ir variando! O que está mal.

Nas minhas habituais viagens pela blogosfera, vou constatando que, na maioria dos casos, os Bloggers escrevem sobre o que está mal, opiniões pessoais sobre a administração local, cunhas, subornos, interesses, etc.

Há mesmo quem tenha Blogs com intuito meramente político e de fazer oposição a quem está no poder, com um discurso anti-politicos, velho e gasto. Enfim, maldizer está nos genes de todo o bom português e se calhar de cada humano. Não é que ache mal, há coisas que merecem e têm de ser divulgadas, no entanto, sei que é importante também dar ênfase ao que se faz bem, até para que não se crie uma imagem completamente distorcida da realidade.

Assim, porque sei que criar soluções e fazer obra é mais difícil que mandar “postas de pescada”.

 

 

Parque de Merendas das Medas

Quem viu um parque limpo, arranjado, com espaços de diversão (anfiteatro), um chafariz, casas de banho, churrasqueira, mini-bar, caixotes de lixo.
Actualmente quem por ali passa vislumbra uma imagem completamente diferente.
Hoje esta zona encontra-se esquecida e supostamente abandonada, muitas ervas rasteiras, com lixo “esquecido” pelas poucas pessoas que por ali passam. Enfim, torna-se num simples parque em estado de abandono, amostra de parque de Pic-Nic’s.
Todos os dias de Verão, mas principalmente nos Fins-de-Semana, muitas pessoas se deslocam para esta região, à nossa freguesia, para aqui passar umas horas do dia. Muitas destas pessoas por ali almoçam ou lancham e seguem viagem para vários pontos da região.

E não só no Verão! Em qualquer outra Estação, basta estar um Fim-de-Semana agradável e as pessoas aparecem.

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