Passeio pedestre dia 26 de Junho 2011-Fotos


Passagem junto á antiga casa do guarda no Vidoeiro

Subir a Serra do Vidoeiro

Vista para o posto de vigia do Vidoeiro

Alto da Serra

Abastecimento

Passagem pela Mina em Olho Marinho

Entrada da Mina

António a preparar o almoço

Passeio Pedestre dia 26 de Junho 2011. pela zona de Alveite G.


Passeio Pedestre em Alveite Grande á Serra do Vidueiro, Serra de Alveite até Olho Marinho->Alveite G.

Sardinhada em Alveite Grande dia 26 de Junho 2011


 

Sardinhada no Largo da Capela em Alveite Grande

Sarrabulhada no Largo da Capela em Alveite Grande


Passeio Pedestre em São Miguel de Poiares dia 12 de Junho de 2011


Passeio de motas a Santo António da Neve…


traz um amigo , valha-nos D.Ptranquilo. trazde um hopti

Torneio de futebol – Infantis


Torneio de futebol

Amanhã é Dia da Espiga uma celebração que une católicos e ateus


O dia da espiga está associado a rituais de agradecimento, este ano decorre no dia 2 de Junho – tem significados diferentes marcados pela geografia do País, mais religiosos a Norte e festivos a Sul. “Surgiu como festa pagã de carácter agrícola, que celebrava a época em que a espiga estava madura, em que ascendia à sua perfeição, e as famílias visitavam as searas”.

Apropriada pela Igreja de Roma, à semelhança de outras festas ancestrais, a data é assinalada no calendário cristão como Quinta-Feira da Ascensão e assinala a subida de Jesus Cristo ao Céu, 40 dias exactos passados sobre a Páscoa. “No Antigo Testamento, Cristo sobe ao monte com os seus discípulos para celebrar essa festa e é quando ascende. É a congregação perfeita entre o antigo e o rito cristão”.

Foi no século IV que a celebração litúrgica ganhou esplendor, quando a procissão com tochas e estandartes culminava na bênção dos primeiros frutos. Ao ser festejada nos campos, colou-se aos rituais agrícolas e confundiu os simbolismos, tomando o nome de Quinta-Feira de Espiga. Por tradição, nesse dia não se trabalhava. Começava cedo a ida ao campo para apanhar espigas e flores e formar ramos, que se guardavam em casa durante um ano. A apanha ainda hoje se faz, sobretudo pessoas que vendem ramos, mas mantém-se a festa popular.

Ramo colorido com trigo, oliveira e flores campestres – Seguindo a tradição, os ramos devem ter sempre espiga de trigo, para que haja pão o ano inteiro; um ramo de oliveira, para que não falte azeite,paz e luz divina; folha de videira, par chamar o vinho e a alegria. Já as flores campestres devem ser malmequer (fortuna), papoila (amor e vida) e alecrim (saúde e força).

Para quem acredita na sorte, a espiga é um amuleto que deve ser guardado em casa durante um ano, pendurado na parede da cozinha ou da sala, para trazer abundância, alegria e saúde, dizem os ditados populares. Em certas localidades, queimam-se os pés do ramo da espiga quando há trovoada para afastar a tempestade. A hora do culto – entre as 12h e as 13h, a apanha da espiga é realizada em certas localidades nesse período, quando o povo diz que tudo pára e na igreja se celebra o serviço religioso de Adoração. A Norte, o dia também é o da ordenha; a Sul a tradição apenas se resume à apanha do ramo.