Lógica Homem e Mulher


 

 

Homem Inteligente + Mulher Inteligente = Romance
Homem Inteligente + Mulher Burra = Caso
Homem Burro + Mulher Inteligente = Filho
Homem Burro = Mulher Burra = Casamento

 

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ENDURO


Mundial – ISDE de 2009 são na Figueira da Foz

Quem não se lembra que em 1999, o Internacional Six Days Enduro foi aqui nas estradas do distrito de Coimbra.

Desenhado dentro de um triângulo cujos vértices foram a Lousã, Góis, e Vila Nova de Poiares, (S.Miguel e Alveite), o percurso da 74º edição da prova foi, na altura, apresentado, contando ainda com a presença de alguns dos melhores pilotos nacionais de enduro, como Paulo Marques, Bianchi Prata, João Marques, e Hélder Rodrigues.

Os primeiro e segundo dias de competição constaram de 2 voltas a um percurso de 125 e 130 quilómetros, distância comum aos restantes dias de prova. Com 4 especiais por volta(duas MX e duas cross-country), foram troços essencialmente de montanha. Nos 3º e 4º dias, os pilotos andaram por vales e com travessias de cursos de água ( vale da Serra da Fraga – entre S.Miguel e Alveite Grande). O encerramento aconteceu ao 6º dia em Coimbra, depois de o dia anterior ter sido dividido em 3 secções: a 1ª no areal do vale da Lousã, a 2ª entre Poiares(Fraga) e Góis, e a 3ª entre Góis e a Lousã.
A Figueira da Foz foi a cidade escolhida para albergar a edição de 2009 dos International Six Days Enduro (ISDE), prova que constitui o Campeonato do Mundo por países naquela modalidade.

Dois anos após ter sido aceite a candidatura de Portugal para acolher os ISDE 2009, faltava designar a sede desta já conceituada competição, disputada por selecções nacionais. A escolha foi entretanto feita pela Federação Nacional de Motociclismo (FNM) e aprovada em Assembleia-Geral da Federação Internacional de Motociclismo.
Assim, a edição 2009 dos Six Days Enduro vai ter lugar na Figueira da Foz, cidade com grandes pergaminhos em matéria de enduro. Além de inúmeras jornadas pontuáveis para campeonatos nacionais, realizadas desde 1980, o moto clube local é mesmo o organizador mais antigo que ainda permanece em actividade – na Figueira disputaram-se também três provas válidas para o campeonato do mundo individual.
Quanto ao processo de selecção, no último ano a FNM endereçou convite a oito municípios, no sentido de manifestarem o seu grau de disponibilidade para a recepção dos ISDE. Após terem sido ponderadas as respostas e condições oferecidas por cada município, a escolha federativa recaiu na Figueira da Foz.
Esta será a segunda vez que Portugal recebe os Six Days Enduro, precisamente 10 anos depois da estreia lusitana nessa matéria. A prestigiada competição irá disputar-se em Setembro de 2009, constituindo a 84.ª edição da série iniciada em 1913 e só interrompida durante as duas guerras mundiais.

 

 

 

 

 

JAIME SOARES CRITICA VICTOR BAPTISTA


 

Como pode o líder distrital do PS demitir-se de defender Coimbra?

«Por que razão é que Coimbra tem que ser ‘sacrificada’?

Coimbra tem que ser cobaia de quê e Porquê?»

Quem se interroga é Jaime Soares, presidente da Comissão Política Distrital do PSD, em que afirma que não compreende aqueles que tentam justificar a saída de Coimbra de serviços desconcentrados do estado. É mesmo para pensar, houve um artigo de opinião que foi publicado algum tempo antes em que Victor Baptista critica: «aqueles que afirmam que Sócrates não gosta de Coimbra» e desculpabilizar «a saída de duas direcções regionais com a criação de outras duas».(Dir.Reg. da ASAE e a Dir.Reg. A.R.H. do Centro). Para Jaime Soares, «a incoerência do líder distrital do PS é tanta que ao mesmo tempo que desculpabiliza a saída de Coimbra de serviços desconcentrados do Estado, afirma que Coimbra tem que reafirmar a sua centralidade e importância no contexto nacional e da região centro».

Aquilo que o PS está a fazer a Coimbra é o completo esvaziamento de poderes e competências, são autênticas ‘machadadas’ que fragilizam e enfraquecem não só a cidade de Coimbra, mas todo o distrito. Afirma que «está na altura de dizer basta» e que o PSD «não vai deixar de por a nu toda a desfaçatez de um partido que de socialista apenas tem o nome que na qual confunde maioria absoluta com poder».

 

Oração para antes da “Night”


Whisky e Vodka que estais no bar
Alcooletrado seja o nosso fígado
Venha a nós o copo cheio nunca pelo meio
Seja feita a nossa bagaçada
Assim na taberna como na calçada
A bjeca nossa de cada dia nos dai hoje

Perdoai as nossas bebedeiras
Assim como nós perdoamos
A quem não tenha bebido
Não nos deixeis cair na Coca Light
E livrai-nos da água e da bílis

Barmen!!!

Afirmou Jaime Soares


 

Poiares tem obra

O autarca de Poiares afirmou que a inclusão da câmara na lista das mais devedoras resulta de uma opção de desenvolvimento e acontece porque houve mudança da lei e há incumprimentos do Estado. “A minha preocupação é grande, porque quero ter as contas equilibradas, mas a preocupação seria maior se não houvesse obra correspondente”.

O autarca afirmou que nos 33 anos a presidir à autarquia, o município “esteve sempre no limite do endividamento”, e agora “essa ultrapassagem pequena existe porque as regras de jogo foram alteradas com esta Lei das Finanças Locais e o Estado é mau pagador”. Jaime Soares salienta que “evitava-se que estivesse nesta situação se fossem pagas algumas dívidas” resultantes dos contratos e protocolos com o Governo.
Se todos cumprissem Poiares não estaria no grupo dos 22. A situação é controlável. Há dívidas porque não há milagres. Queremos que os poiarenses sejam cidadãos de primeira como os de Lisboa e do Porto”, declarou.

22 Câmaras Municipais que foram notificadas em Setembro, que ultrapassaram os limites de endividamento em 2006, para se pronunciarem sobre o despacho do Min. de Estado e das Finanças, que determina uma redução em 10% do duodécimo do Fundo de Equilíbrio Financeiro, via retenção para o Fundo de Regularização Municipal:

Ansião
Carrazeda de Ansiães
Castelo de Paiva
Fornos de Algodres
Guarda
Lisboa
Lourinhã
Macedo de Cavaleiros
Mangualde
Mondim de Basto
Nazaré
Ourique
Penamacor
Santa Comba Dão
Santarém
São Pedro do Sul
Trancoso
Vila Franca do Campo
Vila Nova de Gaia
Vila Nova de Poiares
Vouzela
-xxxxxxxx?

Jaime Soares acusa Governador Civil de “Declarações Fantasiosas”


Jaime Soares explica sanções aplicadas pelos municípios

Jaime Soares aconselha o governador civil do distrito de Coimbra a “ser equilibrado, justo e rigoroso nas suas análises e posteriores declarações”.

O representante da Associação Nacional de Municípios Portugueses na área da Protecção Civil não gostou de ouvir as declarações de Henrique Fernandes, em relação à aplicação de sanções no que concerne aos autos de contra-ordenação levantados pela GNR, em matéria de falta de limpeza dos espaços florestais, ou de queimadas proibidas”.
Para o autarca de Poiares – que, recentemente, aconselhou o 2.º comandante da GNR nesse sentido –, não pode Henrique Fernandes esquecer de que os baixos números de ignições de fogos florestais se devem às “favoráveis condições climatéricas” e a duas entidades que têm contribuído, uns para a eliminação dos fogos florestais, outros para evitar a sua propagação – as autarquias, “na área de prevenção e planeamento (a maior parte das vezes em substituição do Estado)” e os bombeiros.
De seguida, Jaime Soares adianta os números dos autos de contra-ordenação levantados e dos seus resultados, de acordo com informação recolhida em 207 municípios portugueses:
• Autos de contra-ordenação levantados pela GNR e entregues aos municípios – 4.382
• Sanções aplicadas / Admoestações – 1.182
• Coimas aplicadas – 713
• Processos em fase de instrução – 2.366
• Processos arquivados – 121
O autarca lembra, depois, que a admoestação é uma sanção prevista em lei e que as coimas aplicadas se “baseiam estritamente numa análise rigorosa, mas não como atitude repressiva”. Por outro lado, os processos em fase de instrução estão a ser “rigorosamente analisados, porque os relatórios dos autos de contra-ordenação, na esmagadora maioria dos casos, não são tão explícitos quanto se desejaria para que se possa fazer uma justiça conscienciosa”. Já no que concerne aos arquivamentos, sublinha o facto de os infractores “corrigirem em tempo, e como tal cumprindo a lei, os pressupostos que deram origem à contra-ordenação”.
O dirigente da ANMP reafirma que os municípios “não querem, à custa de multas ou de coimas, angariar verbas para engordar os seus orçamentos”. E acrescenta que as sanções, “a serem aplicadas, deixariam muitos cidadãos do mundo rural à míngua de rendimentos”.
Assim, Jaime Soares aconselha o governador civil a que, “antes de fazer declarações precipitadas e injustas, sobreponha os valores da solidariedade e humanismo à repressão e à aplicação de coimas a qualquer preço, não devendo esquecer que a floresta é também um bem social”. A concluir, recorda a proposta, que a ANMP subscreve, de criar um livro de instruções para que o agente de autoridade, ao preencher o auto de contra-ordenação, refira rigorosamente, ao momento, as razões objectivas da contra-ordenação, nomeadamente a situação climatérica, o local da queimada e os cuidados que estavam a ser tidos pelo infractor.

In Diário das Beiras