V Extreme Riders foi na Lousã este fim de semana


Image

Image

Image

Image

Cedric Gracia completou ontem 30 anos, e nada melhor que uma surpresa para comemorar. Foi na Padaria, na Lousã que Marco Fidalgo, Renato Ventura, Victor Santos (Tita), amigos da Lousã, e muito outros se juntaram para cantar parabéns a Cedric. Entre fatias de bolo algum champanhe, Cedric disse que está na Lousã para treinar e para participar na Maxxis Cup em Gouveia já não próximo fim-de-semana.

A corrida mais louca do mundo teve lugar este fim-de-semana na Serra da Lousã desde o alto do Trevim até à Lousã foram cerca de 15 km sempre a descer, metade do percurso em estradão e outra metade em single tracks. Com o São Pedro a não ajudar e a enviar chuva para estes loucos que descem a serra numa partida conjunta e que dão tudo para ver quem chega primeiro. Hélder Padilha um homem da casa, venceu com distinção e com grande avenço para o segundo classificado.

Além das dificuldades do terreno, os participantes do Extreme Riders 2008 ainda tiveram de vencer a chuva e o frio. A prova teve vencedores da casa.
Não bastavam já as pedras, as raízes, as ribeiras que eram preciso saltar. Não. Ainda tinha de aparecer a chuva, o vento, o nevoeiro e o frio – muito frio – para dificultar a vida aos participantes Extreme Riders 2008. À partida da prova, no sábado, no alto do Trevim, a mais de 1.200 metro de altitude, as temperaturas roçaram os zero graus centígrados.
O mau tempo afastou alguns participantes – a organização esperava 450, apareceram cerca de 370 – mas aqueles que desceram os 15 quilómetros até à Lousã não se arrependeram. “A chuva tornou o caminho ainda mais excitante, mais complicado. E quanto mais difícil melhor. Esta é uma corrida dura, para pessoas que gostam de andar de bicicleta e que não têm medo”, refere João Bandeira.
A prova, que já vai na sua quinta edição, teve um vencedor da casa. Hélder Padilha, natural da Lousã, foi o mais rápido na descida, com um tempo de 13’53’’. O piloto, que repetiu o triunfo do ano passado, admite que teve “um bocado mais de pernas” no início da corrida e, depois, bastou “controlar o andamento e gradualmente, ir ganhando vantagem” para alcançar uma vitória de que “não estava à espera”.
Na segunda posição ficou o catalão Pau Rexachs. O vice-campeão europeu participou no Extreme Riders pela segunda vez e não conseguiu discutir a vitória final devida a uma queda num sítio onde não estava à espera. Para o próximo ano, Rexachs promete voltar e, beneficiando do facto de sair na primeira fila, “tentar ganhar”.
O pódio ficou completo com Sérgio Campos. Alexander Evans, o britânico que era um dos favoritos à vitória final, lesionou-se e não pôde competir.
Na categoria feminina, a vencedora também se chama Padilha. Carina Padilha, irmã de Helder, foi a mais rápida das três raparigas que participaram na prova, ficando à frene de Áurea Agostinho, uma das melhores da modalidade em Portugal, que correu lesionada e teve de se contentar com o segundo lugar.
No final, a vencedora admitiu que a chuva “dificultou bastante” a corrida e explicou que o espírito da prova “não é tanto ganhar mas mais o convívio”.
O Extreme Riders é a maior prova colectiva de down hill, free ride enduro, all mountain e BTT do país. A adrenalina é a palavra-chave da corrida. Nesta autêntica avalanche, os partipantes efectuam uma descida vertiginosa desde os 1.205 metros de altura do Trevim até à chegada à Lousã. São 15 quilómetros “sempre a abrir”.

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão /  Alterar )

Google photo

Está a comentar usando a sua conta Google Terminar Sessão /  Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão /  Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão /  Alterar )

Connecting to %s

%d bloggers like this: