Aditivos Alimentares Perigosos para a Saúde


Vamos fazer por uma saúde melhor!

Assim, consideramos muito importante que os consumidores estejam bem informados e sigam os seguintes conselhos:

– leia atentamente os rótulos dos produtos;
– prefira alimentos simples e pouco processados industrialmente;
– evite alimentos com cor activa (em regra têm corantes);
– reduza o consumo de produtos de charcutaria;
– prefira as refeições caseiras às pré-cozinhadas.

Antes de comprar qualquer produto, vejam bem a sua composição!!! Está nas vossas mãos!

Os corantes, naturais ou sintéticos, estão presentes na quase totalidade dos alimentos que chegam à nossa mesa. Apesar de testados cientificamente, são comuns alguns receios por parte dos consumidores. Será que essas reservas se justificam? Afinal, o que são os corantes?

Chegou a Primavera, espera-se sol e o céu azul. A Natureza vai esquecendo os tons tristes e cinzentos do Inverno e como que explode nas cores do arco-íris.
Aparecem as frutas da época, de cores vivas, vermelhas e amarelas. Mas qual a importância da cor nos alimentos? Porque nos sentimos atraídos pela coloração das cerejas e dos morangos? E por que se adicionam corantes a produtos alimentares? Os corantes artificiais são perigosos para a saúde?

Natureza a cores
As cores presentes nos frutos e vegetais são normalmente antocianas (como nas uvas), carotenoides (cenoura) ou clórofila (folhas verdes), mas podem apresentar estruturas químicas diferentes destes grupos. A cor vermelha das carnes é devida a uma proteína que contém um grupo heme, com ferro – a hemoglobina. Nos mariscos, a cor deve-se a um composto idêntico, em que o ferro foi substituído por cobre. Na Natureza abundam os tons amarelo, vermelho e verde, mas já o azul é mais raro.

Porque nos atrai a cor dos alimentos?
Os comportamentos de ingestão alimentar são determinados por vários factores, para além do mero apetite. A cor de um alimento pode originar uma reacção imediata de aceitação, participando directamente no prazer de comer, e realçando outras propriedades sensoriais, especialmente o sabor.
Quase todos comeríamos com prazer um arroz de açafrão, amarelo vivo, mas olharíamos com desconfiança um arroz azul, e, se calhar, nem o provávamos!
A prática da coloração dos alimentos remonta aos tempos mais antigos. Até meados do séc. XIX, os únicos corantes disponíveis eram de origem animal, vegetal ou mineral, mas por essa altura os pigmentos naturais foram progressivamente sendo substituídos por corantes de síntese, submetidos a disposições regulamentares próprias de cada país.
Actualmente, os corantes alimentares assumem uma grande importância, em virtude de aumentarem enormemente o número e a variedade de alimentos processados industrialmente. Os alimentos têm formulações cada vez mais elaboradas, são fabricados a partir de matérias-primas fraccionadas e reconstituídas e integram constituintes de origem diversa. Os corantes, nestes casos, podem restaurar a cor natural destruída durante as operações de transformação, tornar mais atraentes os produtos novos ou assegurar um aspecto padronizado.

Não se deixe enganar
A finalidade da inclusão de corantes nem sempre é clara, e já não há “inocência” quando a intenção é induzir em erro o consumidor, sugerindo a presença de certos ingredientes que nunca por lá passaram. É o caso do amarelo da manteiga, dos ovos nos bolos de pastelaria ou do vermelho dos morangos nos iogurtes e gelados. Pior ainda é o emprego de corantes, de forma fraudulenta, destinado apenas a disfarçar os defeitos do produto. Assim, preste atenção: leia cuidadosamente os rótulos do produto que vai adquirir; certifique-se que o refrigerante tem mesmo sumo de fruta, que não é só água com açúcar e tinta!
Corantes naturais ou sintéticos
?
As reservas dos consumidores em relação aos aditivos alimentares e a pressão de toxicologistas levaram a um crescente interesse pelos corantes naturais, em detrimento dos sintéticos, presumindo-se que um produto existente na natureza será sempre menos perigoso do que um químico. Alguma verdade há nisto, o problema é o “sempre”!

Um corante natural pode não estar “naturalmente” presente no alimento. A eventual toxicidade de uma substância não é função da sua origem ou natureza, mas da sua estrutura química. É que nem tudo o que é natural é bom! Os aditivos a utilizar na alimentação, naturais ou de síntese, devem estar sujeitos a um controlo rigoroso e ter provado a sua inocuidade. Mesmo assim, às vezes há surpresas.
Reconhecer os corantes
À semelhança do que acontece noutros países, estão definidos por lei quais os corantes alimentares permitidos, em que produtos podem ser utilizados e em que quantidades.
Todos os aditivos alimentares permitidos encontram-se classificados por “famílias” que têm a ver com a função que exercem. A cada um corresponde um código, constituído pela letra E (de Europa) seguida de três algarismos, sendo o mesmo válido para todos os países da União Europeia os corantes vão de E100 a E199, os conservantes de E200 a E299, os antioxidantes de E300 a E330, havendo ainda estabilizantes, espessantes, emulsionantes, gelificantes, antiaglomerantes, acidulantes, potenciadores do sabor coadjuvantes dos antioxidantes
Há para todos os gostos, e, sobretudo, para todas as necessidades da indústria. Frequentemente, é necessário utilizar vários aditivos em simultâneo, porque eles próprios se degradam e precisam de outros compostos para os estabilizar. Por isso, é tão vulgar um rótulo de um alimento processado conter vários “E”, e não um único. Por vezes, como os consumidores começam a desconfiar da presença dos “E”, estes são omitidos, aparecendo o “nome de baptismo” do aditivo (por exemplo, ácido cítrico, que existe naturalmente nas laranjas e limões).
Este não deixa de ser um produto químico, incorporado fora do seu contexto natural, que é um coadjuvante tecnológico mas não traz benefícios para a saúde, ao contrário do consumo de citrinos.

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8 Respostas

  1. Cuidado com esta informação da tal suposta APSA (que parece nem sequer existir). Segundo a deco, o mais certo é ser uma hoax. Confirmem aqui: http://www.deco.proteste.pt/map/src/344841.htm

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  2. Obrigado pela informação. Muito atenciosamente. Luís Ferreira.

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  3. …Fiquei mt surpreendida por existir um site de “Alveite Grande”, sou Poiarence, e desdo já felicito a paciência, integridade e bom gosto que lhe dedicam. Parabéns.

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  4. qual eh a importancia dos aditivos alimentares?

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  5. ñ diz nad d jeit

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  6. realmente …aditivos faz muito mal!!!

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  7. muito bem

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  8. gostava de saber mais sobre os nutrientes

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